domingo, 27 de abril de 2008

SaLaDa De FrUtAs
















Brincadeira nos intervalos do ensino médio na minha época de escola. Quem não jogava vôlei
se divertia com as palavras. Tinha um grupo que não gostava de jogar comigo achando que eu roubava com os nomes de novelas.... O que posso fazer se eu conhecia nomes como "Feijão Maravilha", "De quina para a lua" e outras de épocas em que eu ainda nem sonhava em
nascer....


Expressão às vezes utilizada para falar de misturas de coisas diversas que acabam dando
certo.


Prato bastante recomendado para as pessoas que vivem em eterna briga com os ponteiros da balança...


Encontrei um colega do ensino médio esta semana, estou escrevendo a primeira versão do ante-projeto... ou será anti-projeto? (Não, não é dúvida de português mas da qualidade do trabalho...) e ando com remorsos e culpas pelas concessões calóricas que me faço de vez em quando... Salada de frutas simboliza bem minha semana...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

21 de abril

Feriado.
Feriadão.
Dia de sol.
Aniversário dele.
Restaurante.
- Que tal pizza?
- Cheiro de Pizza?
- Boa pedida.
Feito o pedido.
Chega a entrada.
-Para beber, senhor?
-Refrigerante.


Abelhas.
Como assim?
Surgem do nada.
Sobrevoam a mesa.
Pousa uma na lata de refrigerante.
Pousa outra na outra lata.
Mais uma no porta-guardanapos.


Ele mata uma abelha.
E mais uma.
E mais uma.
Quinta abelha morta, chega a pizza.
E mais abelhas.


Mudam de lugar.
As abelhas também.
Já são dez abelhas mortas.
Ela enche o copo com refrigerante.
Cai uma abelha junto.
Não viram quando a abelha entrou na lata.
Outra entra na lata vazia.
Ela fecha a lata com um guardanapo.
Abelha presa.
Entra outra abelha no copo.
"Resgatar" a que tinha caído no refrigerante.
(deve ser uma delícia se afogar em guaraná....)
A bombeiro empurra a vítima para cima da laranja.
(Opa! Ela salvou a amiga mas agora ela está se afogando!!!!)
O namorado cobre o copo com a lata de refrigerante vazia.


O casal se diverte.
Os garçons observam.
O casal lembra do filme "My girl".
E de outras abelhas no ínicio do namoro.
Outrora, na lanchonete.
Afogadas no refresco de cajá...


Pedem a conta.
Total: 13.
-Reais??? Somente isso?
- Não, abelhas mortas.
E mais uma presa na lata de guaraná

sábado, 19 de abril de 2008

Notinhas

A polícia indiciou a madrasta e o pai de Isabella Nardoni. A imprensa já os condenou a prisão perpétua. O recente episódio do assassinato da garota e a cobertura que se faz do caso, agravam a minha crise com o Jornalismo. Estou preparada para remar contra a maré?
***
Gabriel me disse que minha sinceridade beira à falta de educação. Achei que seria lutar contra os meus princípios não ser assim, mas percebi que há opiniões que devem ser emitidas e outras que devem ser omitidas.
***
Estou conseguindo vencer a luta contra a balança, já há algumas semanas que o ponteiro não sai do lugar. Reeducação alimentar conseguida com a extração dos terceiros molares. O grande teste virá agora, tensão de semana de avaliação... conseguirei não transformar a ansiedade em calorias?
***
Ontem encontrei um conhecido que trabalhou comigo em 2002. Levei cinco segundos para lembrar de onde eu conhecia o rapaz mas até agora não lembro o nome dele. Só lembro que a gente chamava ele de "Larica" porque ele parece muito com o vocalista da Mambolada. Evidentemente, se o apelido pegou é porque o cidadão não gostava dele... acabou acostumando mas daí a gostar a distância é enorme....
***
Mudei de tema para o meu TCC dois dias antes de entregar o rascunho do rascunho do rascunho para a professora. Fiz uma pequena justificativa da mudança para ela e neste ponto deixei a sinceridade fluir... valia alguns pontos e acho que isso me deu mais coragem para arriscar... eis alguns trechos:
"Minha decisão parece ser emocional pura e simplesmente, mas é racional também, ou seja, ainda me reservo o direito de dizer que estou em pleno gozo das minhas faculdades mentais. "
"o meu tema anterior ainda não tinha convencido nem a mim mesma de que poderia ser um bom trabalho..."
"o problema estava em contrariar a obviedade lógica e resolver começar pelo fim, ou seja, escolher um produto e tentar achar uma problemática dentro dele"
" com a mudança, o projeto deixa de ser apenas uma etapa forçosa que tenho que cumprir para concluir meu curso"
A sombra do orientador já me persegue, posso imaginar todas as suas expressões irônicas e olhares enigmáticos. Já me vejo em reclusão voluntária, uma espécie de auto-imposição de cárcere.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Existem mais mistérios entre o céu e a terra...

Completou o resto da frase? Agora só falta concordar com ela. Essa história é mesmo muito misteriosa. Há algum tempo eu vi um caso parecido no Globo Repórter, um homem transplantado que "virou a casaca" e mudou de time. A ciência não explica ainda e as pessoas são muito influenciáveis mas eu não descarto completamente a possibilidade.
Aproveita que vai acessar o link e dá uma olhada em outros posts do blog... alguns dispensam comentários.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

"Cabelo raspadinho, estilo Ronaldinho..." Baixo custo, como o meu.

Alguém já fez as contas de quanto gasta com os cabelos por ano? Eu já. Minha previsão orçamentária para cabelos em 2008 é de 110 a 160 reais. O valor exato vai depender da quantidade de vezes que eu decidir aparar as madeixas. Nunca faço isso duas vezes por ano mas 2008 pode ser o começo de uma nova era. Os valores do corte são responsáveis pela maior parte do orçamento, como não poderia deixar de ser. Os mais espertos já perceberam que o valor está em torno de 50 reais mas nem sob tortura eu revelaria onde eu corto o cabelo e com quem. Façam suas apostas e lembrem que existem milhões de superstições e rituais que envolvem meus longos fios, portanto, o valor certamente está exagerado um pouco para mais ou para menos.

Comentando o dado com uma amiga, ela disse que gasta valor semelhante em, no máximo, dois meses e ficou curiosa para saber como eu consigo a proeza de gastar "tão pouco" por ano. Simples. Adoro os meus cabelos longos, o que sempre me dá pena de deixar que eles sofram a ação das tesouras... Além disso, existem as superstições e rituais, a maioria deles relacionados ao ato de cortar, aparar, reduzir o tamanho, enfim. E o principal é que eu adoro meu cabelo do jeito que ele é. Parece inverossímel, afinal eu sou mulher... é a mais pura verdade. Ou seja, não tenho a menor vontade de fazer escovas, mudar a cor ou inventar qualquer outro tipo de mudança no visual. Economia devido ao amor pela naturalidade. Nada contra quem gosta, o importante é você se sentir feliz. Sou feliz sem excesso de química; para mim se resume a xampu e condicionador. Evidentemente, para descobrir qual xampu eu uso você terá que memorizar o perfume de todas as marcas do mercado. Também faz parte das superstições e rituais não comentar nada sobre isso. E nem adianta perguntar para Gabriel. Primeiro porque ele não sabe todos. Segundo porque não deve lembrar dos que sabe. Terceiro porque eu jamais o perdoaria, e ele sabe disso.

Enfim, para mim não custa caro estar de bem com meus cabelos.

domingo, 6 de abril de 2008

Oh, céus! Oh, vida! Oh, azar!

Começa a chover, fecha a janela. A chuva passou, abre a janela. Começa a chover de novo, fecha a janela de novo. A chuva passou de novo, abre a janela de novo. E foi assim o dia inteiro. Previsões de mais dias como este até o fim de julho.


Na frente do computador constato que muita coisa na minha vida tem ficado nessa mesmice, como o abre e fecha de janela em um dia chuvoso como hoje. Preciso reencontrar a disposição para o estudo acima de qualquer coisa... Síndrome dos semestres múltiplos de 3. Monclar no terceiro, decepcionado com o mundo acadêmico, Conceição no sexto, decepcionada com o mundo acadêmico. Monclar descontou nos pobres alunos, Conceição vai descontar nos ricos professores?

Dormir tem se tornado o verbo que eu mais conjugo depois de cansar. Tudo é um incentivo para o sono. O desânimo da proto-faconiana com a Facom está tão grande que ela tenta encontrar nos trabalhos antigos da faculdade os temas dos novos, para não ter que pesquisar de novo e apenas fazer algumas alterações. O destino não deixa e a preguiça se converte em pequenas grandes broncas docentes...

Assim como o tempo no final da tarde começou a mostrar sinais de alteração, eu também. De repente um insight e um tema de TCC que me agrada. A ponto de eu querer lutar por ele caso não agrade aos meus professores. Aceito sugestões para mudar o caminho a percorrer mas já sei onde quero chegar. Quem sabe agora minhas idéias se ajustam?

sábado, 5 de abril de 2008

O indignado

Domingo passado eu fui assistir "O Indignado", com Frank Menezes, em cartaz no Teatro Módulo. Tinha certeza de que era uma peça para rir do início ao fim mas não tinha certeza se rir constitui fazer esforço, afinal, eu estava ainda no período de convalescência da extração dos terceiros molares (prefiro chamar assim, fica mais incomum; também falava na época do aparelho ortodôntico que as razões para usá-lo foram a má oclusão e o apinhamento...). Uma rápida pausa para dizer que a extração do lado esquerdo foi sem maiores problemas. Readquiri algumas peças do guarda-roupa e outras já não me apertam.

Voltando ao teatro, a peça de Frank é divertidíssima. Tem que ser muito bom ator e muito cara-de-pau para encarar um trabalho onde o personagem é você mesmo. Não temos assim nenhuma grande reflexão filosófica mas, quem disse que eu estava procurando por isso? O grande mérito do espetáculo é jogar na sua cara algumas verdades que você finge não ver ou fazer você rir de si mesmo, enquanto ser humano, sem constrangimento. Não sei se todo mundo achou isso mas eu percebi que em alguns momentos Frank parecia preocupado demais em seguir a sequencia do texto, como se estivesse com medo de esquecer. Nada que comprometesse o resultado final.

O gostar mais de teatro do que de cinema é uma das coisas que faz com que me sinta um extra-terrestre... mais isso é algo para outro post. Duas Caras me espera. Parece que viciei nesta novela. Mas isso também fica para outro post. Devo ficar frequente por aqui agora... E já que sem querer falei do Aqui Agora... isso também fica para depois. Quem me dera poder deixar o TCC para (bem) depois também.... eu sei que todo mundo tem dúvidas neste período, mas eu tenho uma certeza: não tenho a menor vocação para a pesquisa acadêmica!

Só para terminar, eu indico "O indignado", é uma boa comédia. Em cartaz no Teatro Módulo às sextas, sábados e domingos, sempre às 20 horas (cheguem cedo ou não vão conseguir ingresso e nem vaga para estacionar).

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Lembranças de minha infância e adolescência surgem a toda hora... a mais recente é New Kids On The Block! Assim fica difícil não sentir saudade da aurora da minha vida...


E pensar que hoje não sobrou nada de toda a coleção de figurinhas adesivas, fotos, reportagens, gibis e um único disco (LP ainda, o que tinha "Step by Step", e que ganhei depois de muitas boas ações para merecê-lo)... Olhando a foto da reportagem eu me pergunto onde é que está a beleza que eu via no Jordan? Será que ela existia mesmo?


Depois que saí da adolescência eu comecei a gostar das músicas do Backstreet Boys, talvez por influência de Julie, mais do que eu gostava das músicas do NKOTB. Em compensação eu não via beleza em nenhum deles, mas também não estava procurando.


Perdoem pelos erros mas este é um daqueles momentos em que escrevo sem correções para não perder a espontaneidade. Se volto a ler o texto depois acabo mudando alguma coisa.

sábado, 22 de março de 2008

Bem que poderia ser "com molho" ou "no molho" mas a expressão para o fim de semana prolongado é "de molho". Ninguém entendeu a razão de alguém escolher a véspera da Páscoa para extrair os terceiros molares. O alguém explica: obrigação de repouso e pouca comida (jejum e Páscoa combinam perfeitamente, não?). Os estímulos que faltavam para a pessoa colocar a leitura da faculdade em dia e retroceder os ponteiros da balança. É certo que uma dieta líquida e pastosa inclui sorvete, mousse, gelatina, e milhões de outras coisas doces, mas felizmente a tolerância do alguém ao acúcar é limitada e não tem como abusar. O grande problema é que o alguém não pode comer sua comida favorita: pão. A não ser que queira um pão líquido ou pastoso... eca! O alguém está fazendo todo um trabalho mental para não comprar a padaria inteira depois da retirada dos pontos... E semana que vem teremos a parte dois, mais alguns dias de molho.


Para todos sem restrições de cardápio o alguém pede que apreciem por ele toda a diversidade gastronômica do período e que não esqueçam que a Páscoa não é somente isso. Feliz Páscoa!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pensamentos desconexos... ou não

Estou com uma TPM (tensão pré monografia) que parece que não vai passar nunca. O tema que estava redondinho tornou-se quadradão e já está rejeitado. Semana passada surgiu um tema que é a minha cara. Conversei com a professora e ela me desanimou, disse que a minha hipótese seria muito difícil de provar. Um colega de trabalho me sugeriu um substituto. Achei interessante mas não sei se tenho a dose de imparcialidade necessária. Não estou conseguindo abandonar a minha idéia da hipótese difícil de provar, então, talvez a solução seja procurar outra problemática no mesmo tema. Que saudade do projeto experimental... na época o mesmo horror mas hoje eu vejo que era feliz e não sabia.


Mudando de assunto, doeu ontem a comemoração de Denilson no gol que fez contra o São Paulo. Ouvindo a justificativa dele alguém pode até achar alguma razão, eu não. A mim parece um comportamento infantil e uma falta de respeito com a torcida do São Paulo. Magoei mesmo. Pior do que perder o jogo foi essa comemoração, doeu muito. Eu já devia estar acostumada a levar pancadas da vida, a me decepcionar com as pessoas, mas eu ainda me surpreendo com as coisas....



Mudando mais uma vez de assunto, as eleições já começam a ganhar vida. Analisando os prováveis nomes que concorrerão ao gabinete municipal eu sinto novamente aquela sensação de que estão me dando um saco de laranja podre para eu escolher uma... eu só sei que quando eu era ainda uma criança eu vi um certo radialista chegar ao poder pelos braços do povo e sair de lá pelo chicote das urnas. Talvez a história se repita...

segunda-feira, 10 de março de 2008

Acabei de achar essa lista de filmes que poderiam virar série... eu não perderia um episódio de Um tira da pesada (assisti a cada um dos filmes umas 5 vezes) mas os outros também me parecem uma boa pedida. Tomara que os produtores de televisão dos Estados Unidos acessem o globo.com... já consigo me ver desmarcando todos os compromissos só para ver o seriado...

sábado, 8 de março de 2008

Dia da Mulher!

Se o mundo tivesse pés de sustentação, certamente eles usariam salto alto! O mundo é feminino. Terra. Poderia ser fogo ou vento, mas é Terra. A pátria é mãe gentil. Não sou feminista, não sou machista, sou realista. Mulheres não são melhores que os homens, nem o contrário. Eles se completam. O problema é mudar uma consciência coletiva histórica de que somos seres inferiores. Muitas batalhas já foram vencidas, hoje não estamos mais atrás dos grandes homens, estamos ao lado e avançando para tomar a dianteira. Ainda temos muitos obstáculos para serem ultrapassados mas quem disse que temos medo de seguir em frente?


Ser mulher não é somente ser mãe, cuidar dos filhos, passar o dia inteiro se preocupando com as questões de casa e da aparência física. Ser mulher é ser feita de uma essência que mistura sensibilidade e força. Um ponto de equilibrio, um alicerce, uma fortaleza.





sábado, 1 de março de 2008

Lindomar

Quase todos os dias o meu celular toca e quando eu atendo alguém diz "alô? Lindomar?". No princípio eu achei que era trote, mas percebi que todas as ligações eram de número com código de área 75. Em uma delas alguém falou que "esqueceu de colocar o 75" e então concluí que Lindomar tem o mesmo número que eu mas com DDD diferente. De lá para cá eu não me aborreço mais com as ligações para Lindomar, apenas respondo elegantemente que "Lindomar é 75".


Outro detalhe é que só homens ligam para Lindomar e que sempre acham que eu sou ele. Será que Lindomar tem a voz afeminada ou eu tenho a voz masculinizada????????

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Devo confessar, eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo!!!!!

Não há nada mais emocionante no futebol do que o Maracanã lotado cantando o hino do Flamengo, diga-se de passagem, o hino mais bonito do futebol brasileiro. A melodia é maravilhosa e a letra simplesmente perfeita. Não há no Brasil nenhum outro hino que expresse o amor incondicional do torcedor pelo seu time.


Sempre que o time do Flamengo entra em campo e é recepcionado como criaturas celestiais pela torcida, os meus olhos se enchem de lágrimas, o coração acelera, um arrepio percorre toda a espinha... Se o adversário é o São Paulo isso passa assim que o jogo se inicia mas se é outro clube meu lado flamenguista aflora.


A final da Taça Guanabara ontem foi eletrizante. O Botafogo até agora reclama da arbitragem mas até isso faz parte do espetáculo. O jogo foi muito equilibrado e acho que o Flamengo teria vencido mesmo se tivesse que ser nos pênaltis porque o time estava muito mais centrado neste objetivo que o Botafogo. O alvinegro parecia ter certeza de sua superioridade técnica e em certo momento subestimou o espiríto guerreiro de um time empurrado pela maior torcida do país.



***
Hoje começam as aulas na UFBa, descobri que não preciso cursar mais nenhuma optativa e que devo concluir meu curso no primeiro semestre de 2009. Exatamente 10 anos depois da primeira formatura. Aí é encarar os livros novamente, já que decidi qual será minha terceira graduação. E uma nova idéia surgiu para o TCC, acho que só precisa lapidar um pouco para não ficar um tema muito amplo e eu acabar me perdendo entre tanta informação.

***


Essa semana eu estava na fila do auto-atendimento no banco quando percebi meu celular vibrando. Era uma mensagem de texto e quando eu começava a ler percebi um certo olhar que se espichava por cima de meu ombro para tentar ler a mensagem!!! Era uma mulher que eu nunca vi antes. Eu fechei o celular e guardei na bolsa. Depois olhei para ela e disse que a mensagem era particular. Detalhe, era uma mensagem da minha operadora dizendo que eu poderia assinar Carta Capital com desconto por causa de um convênio assinado entre eles...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Será mesmo o fim de uma era?

Era pra passar aqui ontem para comentar alguma coisa sobre a renúncia de Fidel mas zzzzzzz.... Esta é uma notícia que eu jamais esperei ler. Tinha a impressão que Fidel governaria eternamente, mesmo tendo consciência da impossibilidade de tal fato acontecer. Conversando aqui, não com meus botões, mas com minhas teclas, duas coisas se destacam: a "imparcialidade jornalística" e os desdobramentos do fato ( que vai se juntar ao atentado de 11 de setembro de 2001 no "Top Five" dos grandes acontecimentos do milênio ).


Falando da "imparcialidade jornalística", alguém ainda acredita nisso com tantas referências adjetivadas ao "líder comunista", "líder revolucionário" ou "ditador cubano" já nos títulos ou nos leads? Se eu fosse escrever algo para ser publicado em um veículo da grande imprensa, certamente eu chamaria Fidel Castro de "presidente de Cuba, no poder há 49 anos, depois de liderar uma revolução na Ilha". Mas hoje o público vai escolhendo as notícias que coincidem com o seu ponto de vista... pergunto então que futuro eu tenho na profissão se ninguém concordar comigo ou se eu não concordar com o dono do veículo que eu trabalho...


Os tempos mudaram. Fico imaginando como seria a notícia na década de 1940. A instantaneidade, o real time ficariam por conta do rádio e certamente a notícia somente seria digerida no dia seguinte, com os longos artigos dos jornais. E levaria um bom tempo até que o mundo inteiro soubesse. Em um cenário completamente diferente em pouco mais de meio século, bastaram alguns minutos para que até os marcianos recebessem a notícia pela internet. Apesar de não ser da geração de 1940, eu ainda tenho um certo "deslumbramento" com a internet.


Na minha singela opinião, Fidel se afastou do cargo mas não do poder. Enquanto estiver em condições de interferir ele o fará. Não tem jeito, quem nasceu para ser líder morre líder. Liderança não é autoridade, Fidel foi, é, e sempre será líder. Nem por isso acertou em todos os seus atos e decisões. Fidel é humano, por que não cometeria erros? O que não concordo é com o julgamento midiático que se faz. Mostrem os fatos, os bons e os ruins,deixem que o público decida o que pensar depois de pesar os prós e contras. A renúncia de Fidel é um marco histórico por ele representar o último ícone do socialismo no poder. Mudanças estruturais se aproximam, façam suas apostas.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O gângster

Quero assistir "O gângster", porque sei que ele é um ótimo filme. Não sei qual a sinopse, não sei quem é o diretor, não sei a qual prêmios foi indicado (se é que foi indicado a algum), não sei qual a opinião do público e/ou da crítica. Então, por que ele é ótimo? Simplesmente por ser estrelado por Denzel Washington... Vamos ver se bato o record de dizer "ele é lindo" ou "ele é muito bom (ator)" durante o filme... Não tem nenhum filme do moço que eu não tenha gostado, será que este será o primeiro?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Isso me lembra a teoria do não-sei-o-quê

Depois de um período de nerdice absoluta e assumida eu quis desassumir a minha condição e torná-la menos absoluta. Alguns fatos insistem em me provar que é uma batalha perdida. Primeiro, o episódio do não conseguir esquecer de lembrar do Dia do Fico, e agora o de relembrar a Espiral do Silêncio e a Teoria do Escândalo, com a questão dos cartões corporativos. Pior, percebi que eu sempre faço essas relações entre a teoria do não-sei-o-quê com algum acontecimento corriqueiro. Mania de teorizar. Quando eram as "teorias sem fundamento" do parêntese (meu antigo blog do Uol), eu me divertia. Agora que as coisas tomaram outro rumo talvez haja motivos para preocupação...


E, já que falei em cartões corporativos, mais uma vez a Veja pauta as discussões da sociedade? Opa! Hipótese do Agenda-Setting! Eu achava que a Veja era um veículo abominável que vendia como jornalismo algo que nem de longe se assemelhava a isso. Estou descobrindo que o jornalismo é que está se modificando, e, infelizmente, o que a Veja faz é o "novo" jornalismo. Claro que as minhas angústias e anseios em relação à profissão e toda a minha bagagem ética me fazem exagerar nestas constatações, mas felizmente o meu otimismo não me abandona nunca e tenho esperanças de sobreviver no mercado fazendo o "velho" jornalismo... Só para finalizar a questão de maneira simplificada, desconsiderando todos os aspectos abomináveis que envolvem os cartões corporativos, fico feliz em viver um momento onde a informação se torna cada vez mais democrática, ainda que parcial ou deturpada. Sei que as coisas não são e nem devem ser simples assim mas prefiro a análise simplista e simplória por enquanto... já chega de teorizar!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Jorjão de novo, novamente, outra vez.

Lari, tem uma foto de Jorjão no slide que está no post mais lá embaixo... mas meu amorzão merece um destaque maior... vou colocar a foto de novo por aqui...


Assim todo mundo desiste de desfilar, Beija-Flor...

Finalmente acabou o Carnaval!!! Beija-Flor campeã de novo no Rio. Se continuar assim, vão querer proibir a Beija-Flor de disputar o Carnaval do Rio e o Sampa de disputar campeonatos de pontos corridos. É uma mesmice que não me desagrada em nada. Eu gosto do carnaval do Rio, da paixão, da competição, do amor pela escola. Sempre acompanho a apuração, torcendo para a Beija-Flor, que é a escola que eu mais simpatizo. Este ano me inventaram trabalhar na quarta-feira de cinzas e tive que me contentar somente com o resultado, sem o suspense das notas e sem me decepcionar com o repórter que sempre pergunta para alguém da escola vencedora "está feliz?"...


Independente da minha simpatia, a Beija-Flor estava linda. E com um enredo bem diferente, saindo do eixo Rio-São Paulo e falando de Macapá, que muita gente não sabe mas é capital do Amapá. E pasmem! Amapá é um dos Estados Brasileiros, foi território até minha época de escola mas a Constituição de 1988 promoveu a região.


E o São Paulo está preparando o bote no paulistão. Também não vai ser surpresa o tricampeonato nacional seguido na era dos pontos corridos, e o primeiro time a ser hexa e tetra mundial. Saímos do G4 do paulistão hoje somente por estratégia... quer dizer, o time tem a mesma base do ano passado mas tem umas peças novas que ainda precisam encontrar a regulagem perfeita para a máquina tricolor engrenar de vez. Muita festa prometida! E para o ano todo!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Como Jorjão veio parar na minha vida

Jorjão tinha que ser meu. A gente se conheceu no Shopping Barra, faltavam alguns dias para o Dia dos Namorados de 2006. Eu estava com Gabriel quando avistei Jorjão lindo na vitrine. Comecei a fazer um pequeno grande escândalo, dizendo que ele era lindo, que eu queria ele pra mim, etc. Quando eu percebi que eu já tinha uma pequena platéia me olhando, encerrei a cena dizendo a Gab que se ele não tivesse idéia do que me dar no Dia dos Namorados, poderia me dar o cachorro que eu adoraria.


Gabriel deixou para comprar o presente na última hora, literalmente. O Shopping estava fechando quando ele chegou na loja. Jorjão estava lá na vitrine com um papel escrito "reservado". Ele perguntou para a vendedora se só tinha o da vitrine e ela respondeu que sim, e começou a mostrar outras opções de bichinhos de pelúcia mas ele disse que não gostou de nenhum. Eu quase fico sem presente...meu anjo da guarda estava de plantão. A vendedora percebeu que o tal "reservado" já tinha dois dias e que a pessoa que reservou não foi buscar. Falou com a gerente e resolveram que Jorjão seria meu. Com toda a certeza do mundo de que eu iria gostar, Gabriel mandou fazer a embalagem para presente. Pouco tempo depois ele estava comigo. Quando eu tirei o laço vermelho da caixa preta com corações e vi Jorjão, eu fiz um novo escândalo, de que ele era lindo, e de que eu tinha o melhor namorado do mundo. De cara eu já batizei Jorjão, sem nem pensar em outro nome. Deu trabalho para largar o cachorrinho, que se tornou minha paixão imediatamente.


Meu irmão ficou com ciúmes de Jorjão. Eu levava ele comigo em todos os cantos da casa, parecendo uma retardada. Tirei umas vinte mil fotos de Jorjão, de todos os ângulos possíveis e imagináveis. Comigo, sem migo, com os outros bichinhos da casa, com acessórios como óculos de sol e fones de ouvido, enfim, momentos de insanidade.
Ah, sim, eu ainda lembro todos os presentes e de todas as ocasiões destes 3 anos e 3 meses de namoro. Memória boa, só para comprovar o que diz minha amiga Ju, de que eu lembro das conversas com todos os detalhes e exatidão das palavras.... vamos ver até quando.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

"Já é Carnaval cidade, acorda pra ver..." Pra ver o que restou de você

Começou a selvageria, digo, o carnaval. Minha baianidade é ainda mais inexistente nesta época do ano. Tudo que eu quero é que o reinado de Momo termine logo. Descansar é o meu lema, repor as energias. A diversão fica a cargo dos livros, dos filmes, da televisão e música. Meu repertório já está selecionado, bastante eclético diga-se de passagem, tem até axé.
Sempre vejo os resumos dos desfiles das escolas de samba do Rio, que na minha opinião são um espetáculo lindo de se ver. Do carnaval de Salvador eu não vejo nem foto. E fico revoltada quando a TV Bahia resolve interromper o desfile do Rio com flashes da selvageria soteropolitana. A cada dia isso que chamam de Carnaval da Bahia fica pior. O único propósito é encher os cofres dos donos de bloco, a violência não tem mais limites e o aspecto cultural insiste em sobreviver e tem os seus cinco minutos de fama.
Que chegue logo a quarta-feira de cinzas!!!!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Banho (de gato) de asfalto

Muita publicidade em cima dos "banhos" de asfalto que se espalharam na cidade... só esqueceram de acrescentar que eram "banhos de gato". Para quem não conhece a expressão, os felinos costumam lamber apenas as partes do corpo que consideram sujas, e assim "tomam banho", e daí a expressão, banho de gato é quando se lava apenas a parte onde a sujeira está mais visível. Os banhos de asfalto não atingem toda a rua mas apenas as partes onde transitar já é praticamente impossível. Pelo menos aqui no bairro está assim, mais para operação tapa-buraco que banho de asfalto.
Nada contra o atual governo, pouca coisa a favor. E sempre a favor da verdade como ela é, sem maquiagens.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Parabéns pra você

Este post é uma homenagem para alguém que eu admiro muito como profissional, como líder, como esportista e como ser humano, e que completa hoje 35 anos. Assim como eu, ele veio ao mundo com a missão de ser são-paulino. Temos DNA nas cores do time que ostenta dignamente o nome de São Paulo.

Esta foto é do aniversariante, quando ele tinha um ano de idade. Foi publicada em um blog de torcedor.


Falando em blogs, tem horas que penso em mudar o nome deste aqui para "diário de uma são-paulina" ou algo do gênero, para ter mais a minha cara... não, acho que é desnecessário mudar o nome do blog, eu praticamente já uso o "são-paulina" como sobrenome. Para os não tricolores que acham que eu exagero em posts de declarações de amor ao São Paulo ou de tietagem com Rogério, eu só tenho a dizer que a postagem para mim é obrigatória, a leitura para vocês não.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Humor do dia... acordei como se a música estivesse sendo cantada para mim e eu obedecendo, tipo um "seu mestre mandou"

Canta, dança, sem parar
Sobe, desce, como quiser
Sonha, vive, como eu
Pula, grita, ô ô ô ô ô ô...

Não segure muito teus instintos
Porque isso não é natural
Sai do sério, fala Alto, dá um grito forte,
Quando queira evitar
É saudável, relaxante, recupera
E faz bem a cabeça
Por isso
canta, dança, grita ô ô ô ô ô ô ô

Vá em frente, entra numa boa
Porque a vida é uma festa
Não console, não domine, não modere
Tudo isso faz muito mal
Deixe que a mente se relaxe
Faça o que mandar o coração
Por isso
canta, dança, grita ô ô ô ô ô ô ô

Não se reprima
Não se reprima
Não se reprima

Não se reprima
Não se reprima
Pode gritar

Não se reprima
Não se reprima
Não se reprima

Dança, canta, sobe, desce, vive, corre e pula como
eu!

Canta, dança, sem parar
Sobe, desce, como quiser
Sonha, vive, como eu
Pula, grita, ô ô ô ô

Chega de fugir, de se esconder
E de deixar a vida pra depois
Não persiste mais, se o mundo gira,
O tempo corre, nada vai te esperar
Entra de cabeça nos seus sonhos
Só assim você vai ser feliz
Por isso canta, dança, grita, ô ô ô ô ô ô

sábado, 19 de janeiro de 2008

Bolsas

Os homens geralmente não entendem a necessidade feminina de ter uma bolsa grande, ou, como o meu caso, de realizar o milagre da multiplicação de espaço para conseguir carregar o maior número de coisas possível. Não é exagero, nós realmente precisamos de tudo aquilo que carregamos... mesmo que seja por cinco minutos em uma década! (não dizem que prevenir é melhor que remediar?).


Bolsa de mulher é sempre uma incógnita. Embora exista uma espécie de "cesta básica" ou "kit de sobrevivência" comum a todas nós, a individualidade e a criatividade de cada uma faz de cada bolsa uma caixinha de surpresas. E a quantidade e variedade das bolsas também é fundamental, uma para cada ocasião.



Eu demorei de usar bolsa porque o aspecto vaidade da minha feminilidade despertou muito tarde e cheio de imperfeições... Não tenho muitas bolsas, duas ou três no máximo porque detesto perder tempo com a mudança de coisas de uma para a outra e a decisão do que ficar de fora...



A minha primeira bolsa era pequena, mais ou menos do tamanho das bolsas que a gente usa para festa, e eu sentia falta do espaço da mochila. Não sei como mas... certa vez eu consegui guardar minha carteira, uma lata de refrigerante, um pacote de biscoito e um carrinho dentro. Nada amassado, nada quebrado. Teria sido um milagre? Com o passar do tempo a minha bolsa foi aumentando de tamanho na medida em que aumentava a minha necessidade de carregar metade de casa. Hoje, geralmente encontramos: sombrinha, carteira, porta-moedas, mp4, pen-drive (assim mesmo, um mp4 e um pen-drive), celular, porta-lápis, absorvente, papel higiênico, perfume, mini-grampeador, bloco de anotações, caixinha de balas, escova de dente, creme dental, crachá, prendedor de cabelo e mais umas dez canetas que não couberam no porta-lápis. Vez por outra tem um grampeador grande, régua, caderno pequeno, livro, barrinha de cereal, chocolate, biscoito, dicionário... depende do dia. Às vezes eu acho que está pesada demais e tiro a metade das coisas. Justamente neste dia eu preciso de uma dessas coisas que eu tirei. Bem que podiam inventar bolsa com carrinho.... se bem que, era capaz de eu começar a levar Jorjão para a faculdade, e uma toalha, sabonete....

sábado, 12 de janeiro de 2008

Dia do Fico

E chego ao décimo-terceiro dia do ano em crise existencial. A mudança sucessiva de visual do blog reflete isso. Estou em busca de algo que não sei exatamente o que é. Questiono a minha vocação, acho que tudo que escrevo está ruim. Troquei a escrita pela leitura neste começo de ano. Já li três livros de Agatha Christie.


Agora aceitando melhor a minha condição de CDF, nerd, ou qualquer outro apelido que signifique a mesma coisa. E, graças a um fato no mínimo curioso. O Dia do Fico. Isso mesmo, uma data importante (dizem) para a nossa História mas que ninguém lembra. Exceto eu, claro. Todo ano, dia 9 de janeiro, a cena se repete. Se eu não lembrar assim que acordo, lembro no máximo até às 9 horas. Coisa de doido, eu sei, mas o que eu posso fazer? Não consigo esquecer de lembrar do Dia do Fico. Pensei em vir postar a neura no dia mesmo, mas não postei. Não sei se foi por preguiça, cansaço, ou porque eu tento me desvincular da data. Será que eu estava lá na encarnação passada? Será que eu fui José Bonifácio? Seria engraçado, eu nunca gostei dele. Quanta bobagem!!!!! Estou assim, com idéias meio desordenadas. Vou até parar de escrever para depois não dizer que... chega!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Um ano novo começa e sempre renovamos esperanças, certo? Até tentei e estava conseguindo acreditar em dias melhores a partir de agora. A esperança durou até a hora dos telejornais noturnos, no primeiro dia do ano. Tanta notícia ruim em apenas 24 horas de 2008 me desanimaram completamente. É aquele longe perto que cada vez menos a gente pensa que não acontece com a gente. Mas, no meio do terceiro dia a esperança insiste em voltar... não vou oferecer resistência, acho que prefiro assim...

sábado, 22 de dezembro de 2007

Palavras apenas, palavras pequenas?


"Alguma coisa acontece no meu coração"... O problema certamente está com a faculdade, parece que a famosa TPM me atingiu (tensão pré-monografia). Estou naquela fase de dúvidas e incertezas, a hora de escolher o tema se aproxima e ainda não tenho a menor idéia. As dúvidas quanto ao futuro, o pós-faculdade, também começam. Já passei por isso antes, e por mais estranho que seja, parece que está mais difícil de encarar agora...




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Dias melhores virão



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E chega o momento borboleta, hora de se fechar no casulo e aguardar a metamorfose. Que seja para melhor!



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E eis que o livro da vida já espera pelas páginas de 2008.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Decoração de Natal

Pequena reforma no atelier, paredes novas... aquele branco todo já estava me incomodando, sabe como é... muita... concorrência!!!! Só falta a decoração de Natal do atelier. É tão legal montar a decoração... ruim é desmontar. Deve ser por isso que no ano passado, perto do São João ainda tinha vizinhos meus com os enfeites de pisca-pisca na janela...


Pensei em uma decoração cheia de latas de coca-cola. Motivo: graças a ela o Papai Noel tem hoje a imagem que conhecemos. Antes da campanha publicitária que revolucionou a moda do bom velhinho, ele usava marrom. Prefiro o vermelho, não sei qual a razão, talvez porque combine mais com o verde da árvore de Natal.


Pensei em um presépio também, afinal, muita gente esquece qual o sentido do Natal. Ou uma árvore de Natal, como a da minha casa, cheia de enfeite de anjos e Papai Noel. Na dúvida, é melhor um pouco de tudo, não? Vou pensando até amanhã, dia em que eu espero encerrar o semestre na faculdade. Todo mundo em clima de comprar presente e eu escrevendo artigo acadêmico... vai ver que é destino...


E eu ainda trabalhando na Praça da Sé. O pessoal está montando uma decoração na praça e eu em pânico. Não mereço ter meus ouvidos torturados pelo Coral da Cidade. Espero que quando começarem as apresentações eu não esteja mais lá!!!

Silêncio? Não, fala estratégica


Preciso aprender a controlar a minha língua tanto para não falar demais como para não falar a coisa errada. É muito difícil, minha língua é muito espontânea!!!! Consegui a duras penas mantê-la dentro da boca em uma situação recente e em homenagem a isso e como estímulo para continuar tentando, opto por poucas palavras neste post. Deixemos que somente as borboletas voem e não as palavras que (apesar de merecidas) nem sempre merecem ser ditas.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Quando eu voltava do trabalho para casa vi uma cena que todos deveriam ver. Quem sabe assim repensaríamos nossos valores e atitudes e teríamos um mundo melhor? A cena: um garoto, que deveria ter seus 9 anos de idade, chorava porque perdeu o cartão Salvador Card e não teria como voltar para casa. Uma alma solidária se ofereceu para pagar a passagem do menino, que continuou chorando e com fisionomia preocupada. Provavelmente estava pensando em uma recepção nada agradável da notícia em casa. Sua mochila estava rasgada e talvez seja essa a explicação da perda do cartão. A aparência era mais de pobreza do que de falta de zelo. Este episódio pode significar o fim do ano letivo para o menino, por falta de condições financeiras para custear seu transporte. Pode significar a renúncia de algumas coisas para poder tirar a segunda via do cartão. Pode significar uma surra sem precedentes. Pode significar tanta coisa... Acho que era nisso que ele pensava enquanto suas lágrimas caíam. Tive vontade de fazer alguma coisa por ele, de ajudar, mas eu não sabia como. Dar dinheiro a ele poderia piorar as coisas, assim como levar ele para casa. Minha única reação foi a que se repete agora: lágrimas. Nem consigo escrever mais, impotente como há alguns minutos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Primeiro eu retiro metade do comentário sobre a bela atitude da torcida corinthiana, que foi só diante das câmeras. No aeroporto, longe dos holofotes, a coisa mudou de figura...
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Agora, tem uma música que diz que "nessa cidade todo mundo é D'Oxum"... então, por que tanta gente estava hoje nas homenagens para Iansã? Uma parte das pessoas estava homenageando Santa Bárbara, mas comeu o caruru feito para Iansã... Parecia que estávamos fazendo uma prévia do Festival de Parintins e que a cidade toda resolveu torcer para o Boi Garantido. Era tanto"vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão" na rua... até eu tinha detalhes vermelhos na roupa. Não que eu seja filha de Iansã ( sou filha de Yemanjá) mas Iansã tem algo envolvente, não sei. Li um pouco sobre Candomblé ontem na internet somente para despejar um falso conhecimento sobre uma colega evangélica intolerante que acredita que a única religião boa é a dela. Não sou adepta de nenhuma religião mas acho que qualquer crença que eleve o espírito é válida.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Tenho sérios problemas em comprar presentes. Três, para ser mais exata. O primeiro é não ter idéia nunca do que escolher. O segundo é um medo enorme de que a pessoa não goste e o terceiro é uma vontade que bate de vez em quando de dar o presente a mim mesma. Coisa chata isso. E as compras de Natal se aproximam, meus problemas também. Talvez seja a hora de aprender tarô ou quiromancia, ou qualquer outra coisa que me dê uma inspiração... Se bem que, toda vez que eu peço para meu coração escolher eu acabo encontrando a coisa certa, que agrada e que me faz superar a vontade de ficar com o presente...
Diferenças e rivalidade à parte, achei lindo o comportamento da torcida do Corínthians ao final do jogo contra o Grêmio. Assisti à partida, e, juro que fui imparcial, nem torci contra nem a favor mas queria ver se existia mesmo a tal raça corinthiana. Existe na arquibancada, e no gol. Felipe termina o campeonato consagrado em um time que foi despencando na tabela sem demonstrar poder de reação. Torcedores que me desculpem mas o time fez por merecer ser rebaixado. Agora teremos uma sequencia de dias onde se procura culpados, razões e formas de não assumir a própria responsabilidade. Do outro lado da tabela, o oposto. Enquanto os alvinegros passaram as últimas rodadas tensos, a gente passou comemorando. Ser campeão por antecipação é bom demais. E que venha o hexa!!!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Luto de uma tragédia anunciada.

Não poderia ser diferente, o esporte está de luto pela tragédia da Fonte Nova ontem à noite. O que era para ser festa, alegria e comemoração se transformou em uma tragédia com tristeza, indignação e revolta. Saber que foi uma tragédia anunciada, que poderia ser evitada, piora as coisas. Até onde vai o desrespeito pela vida humana, o descaso com o dinheiro publico? As pessoas que morreram ontem poderiam ser qualquer um de nós. Quem vai pagar por isso? Não podemos deixar que a impunidade reine outra vez.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Mudando um dos símbolos nacionais


Não, a mudança não será na divisão geopolítica do país, pelo menos por enquanto. Embora surja vez ou outra alguém querendo dividir algum Estado, a idéia agora é que do Oiapoque ao Chuí a gente cante o Hino Nacional com uma pequena alteração. O prefeito de Araçariguama, interior de São Paulo, quer organizar uma campanha para modificar a letra do Hino Nacional, mais precisamente o verso "deitado eternamente em berço esplêndido". Segundo o prefeito, a palavra "deitado" carrega a idéia de cansado e deveria ser ser substituída por "abençoado". Outras tentativas de mudança já aconteceram, veja na reportagem do G1.



Eu não pretendo aderir à campanha, pelo menos enquanto o país permanecer deitado... se ele levantar e mostrar alguma reação, quem sabe? Araçariguama deve estar com as contas em dia, limpeza urbana impecável, transporte eficiente, sem problemas de moradia, segurança, etc. Então, sobra tempo para o prefeito se preocupar com um problema "nacional" tão importante.

sábado, 17 de novembro de 2007

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A festa fica (talvez) para o próximo ano. Em 2007 meus presentes vieram antecipados, o pentacampeonato do São Paulo e o show Titãs e Paralamas. Eu aqui, tranquila, curtindo meu aniversário, e eis que, entre um clique e outro em busca de uma foto para ilustrar o post, encontro a notícia da repressão policial aos estudantes que estavam acampados na UFBa.
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Não posso me sentir indiferente porque eu não estava lá, o direito da Reitoria de reintegrar sua posse e o dever da polícia de fazer a lei ser cumprida não podem ser maior do que o direito de expressão e o direito de integridade física. Claro que não estou dizendo que os estudantes estão completamente certos mas que muita coisa dentro da Universidade precisa ser repensada, precisa. Não só a Universidade, mas a nossa vida cotidiana, nossos valores, nossas leis, nosso pensamento... Ouvi os dois lados, ambos têm um pouco de razão, o que me entristece e me indigna é a repressão violenta, desnecessária e injustificável.
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Sou sonhadora, insisto em acreditar que a raça humana ainda tem jeito, que "quando tudo está perdido sempre existe uma luz". Nem que ela venha de outro planeta!!!

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Um brinde a incoerência

Enquanto a torcida do "Baêa" ensurdece a cidade por um simples passar de fase na competição, a torcida do Vitória comemora plácida, serena, silenciosa, o retorno do seu time ao rol dos melhores do futebol brasileiro. Nem a torcida do São Paulo, que está acostumada a comemorar títulos, tem um comportamento tão discreto... Se a gente comparar com os rubro-negros do Rio de Janeiro então, a torcida do Vitória parece torcida de futebol-de-botão (a rima foi sem querer). Pergunto então aos estudiosos do comportamento humano, o que leva a esse extremo, da euforia à apatia? (novamente eu rimei sem querer). Deu vontade de observar o comportamento de outras torcidas para comparar... ainda mais agora que estou em busca de um plano B para o meu TCC porque acho que o plano A não vai ser viável...
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Estava olhando o blog de alguns famosos, entre eles, Carolina Dieckman. Nada planejado, apenas de click em click eu cheguei lá. Engraçado que ouço e leio muita gente criticando o trabalho dela como atriz mas o blog tem altos índices de acesso. Acho que não cabe a desculpa de que gosta dela como pessoa, afinal, poucos são os que convivem com ela e muitos os que a vêem na telinha. O mundo é incoerente. Nem sei porque postei isso aqui, quando vi já estava escrito. Acho que eu só queria dizer que as pessoas são incoerentes...
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E enquanto eu escrevia essas poucas linhas, a parte da torcida do Vitória que se parece com a do Bahia passou por aqui. Foi o tempo de voltar do Barradão...
E já que eu falei de incoerências e falei na dupla Ba-Vi, eu lembrei de uma ex-colega de trabalho que era torcedora do Vitória mas que se dizia apaixonada pelo hino do Bahia por ele ser mais dinâmico... fazer o quê? Celebrar a incoerência... Um brinde!

sábado, 10 de novembro de 2007

Humanos: desista de entender

Quem vai pela opinião dos outros corre sérios riscos de surtar. Exemplo, até quarta-feira todos me incentivavam a cortar as madeixas, tirar as pontas estragadas, vender o cabelo, fazer escova progressiva e etc. Ontem, a conversa mudou. Eram caras de surpresa e lamentos do tipo "por que você cortou seu cabelo?" Muitos não gostaram das minhas respostas. Eu disse que não fui eu que cortei, foi outra pessoa...
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Para complicar ainda mais as coisas, depois de perguntar a razão da mudança, as pessoas diziam que gostaram. Considerando que elas não mentiram para me agradar, eu pergunto: já que gostaram, por que o escândalo? Eu gostei, e, sinceramente, isso me basta. Fico imaginando como teria sido se eu não tivesse gostado... talvez eu estivesse já em um divã tentando entender o meu processo revolucionário... Como eu disse lá em cima, desista de entender os seres humanos, afinal sendo um deles você sabe como é uma tarefa impossível.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Promessa cumprida, madeixas mais curtas para encarar o verão. Cortei ontem. Pela primeira vez o porfissional não perguntou se eu queria cortar curtinho, ao contrário, perguntou se eu tinha certeza que queria cortar onde ele cortou. Não digo quem nem onde eu cortei, claro, faz parte de todos os rituais místicos, superstições e segredos que envolvem as tesouradas.
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Acordei cedo hoje para escrever uma mega mensagem de aniversário para uma amiga. Uma das que não precisa que o orkut me lembre. Talvez por isso eu não tenha percebido que o site não estava me alertando... ela saiu do orkut. De repente, um monte de gente que eu conheço resolveu sair, 99% alegando que as pessoas ficam sabendo muito da sua vida por lá e 1% dizendo que perde muito tempo vasculhando a vida dos outros por lá. Para os 99% eu digo que as pessoas só sabem o que você conta. Por exemplo, ninguém vai saber pelo orkut que eu cortei o cabelo, a menos que eu coloque uma foto lá. Não acho que seja um motivo forte para sair do orkut. Eu continuo por lá, ele é muito prático para falar com as pessoas com quem não tenho convívio diário e uma ótima fonte jornalística.
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As ruas já começam a ficar lindas para o Natal. Estou trabalhando com várias pessoas de outros Estados e alguém daqui estava convidando o pessoal para apreciar o Coral da Cidade lá no Pelourinho. Ela falou que era lindo, que ficava tudo iluminado, que era emocionante. Eu complementei: você só esqueceu de dizer para eles que o Coral é extremamente desafinado. Ela disse que eu estava sendo muito exigente, que não precisava eles cantarem bem e eu retruquei que em Curitiba também é lindo, também é iluminado, também é emocionante e que as crianças cantam bem, que Salvador fez uma imitação mal feita. Ela respondeu com o mesmo jeito de Fabiana Carla na personagem nutricionista do Zorra Total "Curitiba pode, Salvador não pode".

quarta-feira, 7 de novembro de 2007



A falta de educação do baiano se reflete no trânsito. Parece que ninguém passou por aulas de legislação, de direção defensiva, e, pior, que ninguém tem civilidade. É um individualismo exacerbado, todos têm razão e ninguém está errado (pode isso?), todos são motoristas exemplares, experientes, seguros, peritos. Todos são pedestres indefesos. vítimas dos motoristas exemplares, experientes, seguros, peritos. Será?


Eu sou do tempo em que tínhamos aulas de Educação Moral e Cívica na escola. Eu adorava. Aprendi nessas aulas que o pedestre tem que se postar à direita da faixa de pedestres e atravessar a rua em linha reta. Se nos dois lados da rua as pessoas fazem isso, o trânsito de pernas é normal. Na teoria é lindo, perfeito, funcional. Na prática, todo mundo atravessa em diagonal e uma simpes travessia se torna uma grande aventura. Objetivo: chegar ao outro lado são e salvo. Aventura que pode ganhar mais adrenalina naquelas avenidas enormes em que você tem apenas 20 segundos para atravessar e perde 5 esperando para ter certeza de que os carros realmente vão parar. Sim, porque o sinal fechado não é garantia de que os carros párem , sobretudo nos sinais em que não há o flash fotográfico da multa. Falando nisso, ontem eu vi um carro da Superintendência de Engenharia de Tráfego (órgão que teoricamente deveria disciplinar o trânsito) sendo "flashado" por um desses fotosensores...


Nos locais em que somente há uma faixa de pedestre, você tem que ser uma garota de fechar o trânsito, para que alguém lhe dê passagem. Alguém que esteja disposto a ouvir o motorista que vem atrás gastar toda a buzina porque vai interromper em um minuto o seu percurso. Claro que se tiver um agente de trânsito as coisas ficam mais fáceis, mas, agentes de trânsito são como extraterrestres, tem quem jure que já viu um...

sábado, 3 de novembro de 2007

Ontem eu resolvi testar o quanto minha mãe é sugestionável. Depois que ela bebeu o mesmo café de todos os dias eu perguntei se ela achou o sabor diferente. Ela disse que não, que estava a mesma coisa. Então eu disse que não era a mesma marca que ela consome sempre e então ela falou que bem que notou que o sabor estava diferente, ruim, amargo, parecendo que tinha outra coisa misturada com café...
Acho que só tem duas pessoas que vão entender porque este vídeo está aqui... uma sou eu.



sexta-feira, 2 de novembro de 2007


Tem sempre alguém que marca (ou não desmarca) a opção do relógio do Windows "ajustar automaticamente para o horário de verão". Tem sempre alguém que "paga mico"por causa deste pequeno detalhe... e foi assim que ontem eu quase saio para almoçar às 11:15. Achei estranho que o meu relógio biológico não tivesse sido acionado, que mais ninguém estivesse saindo e que o sino da igreja não tivesse badalado mas o relógio estava ali marcando 12:15, então era melhor sair logo para almoçar... Por sorte eu resolvi colocar o celular no modo silencioso e percebi o engano.



E já que eu falei no sino da Igreja, estou passando um tempo trabalhando lá na região do Pelourinho e já estou guiando meus horários pelos muitos badalos dos sinos das igrejas. Qualquer hora dessas eu escrevo com mais detalhes, pode ser até um serviço de utilidade pública para os católicos de plantão. Ainda preciso catalogar os horários, por enquanto está no inconsciente: hora do almoço, hora de ir embora, hora da ginástica laboral...

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Como assim título da postagem? O título é do São Paulo!!!!!!!!!!!!!!!

Somente quem é apaixonado por um clube como eu sabe o que estou sentindo com este presentão de aniversário. Eu aprendi a chorar com o São Paulo, seja de tristeza ou de alegria. Aprendi a tirar lições das derrotas com o São Paulo. O São Paulo me faz roer as unhas, faz meu coração parecer uma bateria de escola de samba, faz eu deixar de sair com namorado e amigos sem um pingo de remorso, faz eu perder noites de sono em vésperas de jogos importantes, já me fez ter febre emocional, já faz parte do meu DNA.







Palmas, muitas palmas para a excelente campanha do São Paulo. Palmas, muitas palmas para o quinto título brasileiro, conquistado dentro de campo, sem manobras escusas. Uma defesa que entra para a história do futebol. Garotos ainda os zagueiros do São Paulo mas, uma muralha quase intransponível. E se a bola passava por eles , o guarda-metas resolvia a parada.




Grande estrela do São Paulo, Rogério é um atleta completo. Talentoso, disciplinado, dedicado, sua liderança foi fundamental para esta conquista. Sou suspeita para falar de Rogério, eu sei, eu torcia sempre para o Zetti não jogar na época que Rogério era reserva dele, só para ele ser titular. Até que um dia Zetti foi embora do São Paulo. Comemorei como se fosse um título. Rogério sempre foi um dos meus ídolos no futebol e no São Paulo. Ele é um símbolo do clube. E torcedor também, em uma época onde a maioria dos jogadores tem amor à carteira é lindo ver o Rogério com amor à camisa. Ele sabe a honra e a responsabilidade que é vestir a camisa do clube bem amado.




No banco de reservas, o São Paulo tem um técnico que soube explorar o melhor do time, conter a vaidade e o clima de "já ganhou", repor as peças que foram se perdendo durante a competição apenas realocando os jogadores em outras funções. O ataque não foi o grande destaque mas deu conta do recado nos momentos decisivos. É um campeonato que entra para a história.





Os adversários vão dizer que foi sorte. Alguma coisa eles tinham que falar. Coisa de torcedor, admitir a superioridade do adversário é difícil. Eles que fiquem com a dor de cotovelo enquanto a gente curte a festa.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O verão ainda nem começou e eu já estou desejando que ele vá embora. Pela prévia da primavera, já vi que será praticamente impossível manter meu bronzeado cultivado com muito banho de lua... As longas madeixas estão com os dias contados, o pretinho básico será trocado pelo branco, calças serão temporariamente aposentadas. Ou seja, terei um look verão. Só falta deixar de sonhar em me livrar dos quilinhos que ganhei de presente este ano e colocar em prática os meus milhões de planos mirabolantes da seção "eliminar peso".


Por mim seria decretada uma lei que colocasse o ar-condicionado como um dos ítens da cesta básica. E a cada cem metros deveria ter um chuveiro público. Ou poderíamos alterar tanto o meio ambiente de forma que fosse primavera eternamente... a primavera de setembro, claro, quando as temperaturas ainda estão menos escaldantes.

sábado, 20 de outubro de 2007

A filosofia do torcedor de futebol brasileiro

O importante não é ganhar. O que importa é competir sem perder nem empatar.

Contando as horas para o GP-Brasil e o jogo decisivo entre São Paulo e Cruzeiro

Já tive isso antes, e terei sempre. Crise de identidade. Talvez tirando a culinária, não me sobre mais afinidades com a terra onde nasci, me criei, moro e (por mais estranho que pareça) adoro. Falam tanto em baianidade... onde está a minha?


Ser baiano é gostar de Carnaval ou qualquer outra festa com grandes aglomerações? Ser baiano é gostar de axé e pagode? Ser baiano é marcar presença nas festas populares? Ser baiano é misturar candomblé com catolicismo? Ser baiano é ir à praia todo final de semana? Ser baiano é falar as palavras pela metade? Ser baiano é visitar a Igreja do Bonfim pelo menos uma vez por ano? Ser baiano é ser "Baêa" ou "Vitóra"?Ser baiano é tudo isso? Ser baiano não é nada disso? Prefiro acreditar que ser baiano é o mais simples, é nascer na Bahia...


Se não me identifico (pelo menos não muito) com a terra de todos os santos, encantos e axés... me identifico com o ser brasileiro... um tanto paulista talvez, ao comer pizza sempre que possível e me apaixonar pelo São Paulo, ou no profissionalismo exagerado que tanto pregam que os paulistas possuem.... com um sotaque levemente misturado de São Paulo, Rio e Rio Grande do Sul, tchê!!! Com a organização e o senso urbano dos curitibanos, com a paixão pelo mar dos cariocas, felizmente sem a cara-de-pau de um certo local em Brasília.... Será? Não sei, isso é o que dizem de mim, mas o que eu digo de mim????


Serei de Marte???? Não, os homens são de Marte, as mulheres são de Vênus!!!! Todo esse drama simplesmente porque decidi comprar uma bolsa mais estilo artesanal no Mercado Modelo e chegando lá, achei-as lindas, mas não tinham as divisórias que a minha organização requer... compartimento para tal coisa, para tal outra e assim vai. Convicta de que a metade de casa que carrego na bolsa (água, prendedor de cabelo, canetas, lápis, caderninho para anotações, sombrinha, celular, carteira, porta-moedas, grampeador, pente, absorvente, etc, etc, etc). Já me disseram que nem Freud me explica, tanto drama por nada... encarei como elogio, sou complexa demais até para Freud!!!! Eu me entendo e às vezes isso me basta.


Ah, sim, talvez eu deva explicar a falta de nexo entre o título e o post... mas vou deixar que a criatividade de cada um responda. Apenas uma dica: é muito simples.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Turista eu? Uai!!!



Semana passada, estava eu a subir a ladeira do Pelô, quando fui abordada por vendedores de souvenirs... Sim, fui confundida com turista, eu não entendo a razão, mas fui. Terá sido o meu bronzeado mantido à base de muito banho de lua? Terá sido a minha facilidade em adquirir sotaques e o fato de ter conversado com uma mineira durante todo o almoço, uai? Deve ter sido isso... vou começar a contar de novo agora que sei as razões.

Semana passada, estava eu a subir a ladeira do Pelô, quando fui abordada por vendedores de souvenirs... mesmo dizendo que sou baiana, nascida e criada em Salvador (apesar do sotaque mineiro) não tive como escapar da fitinha do Senhor do Bonfim enrolada no braço e da insistência para comprar os colares. Não comprei os colares mas a fitinha... branquinha (terá sido alguma indireta?) com os três nós dos três desejos. Agora me sinto na obrigação de investigar a origem dessa crença. Eu ia cortar a fita mas algumas pessoas aconselharam a deixar, umas com medo de que o pedido não se realize e outras dizendo que assim eu fico livre de outras abordagens... de qualquer forma, a fitinha está aqui.

Os pedidos? Não sei se posso contar... mas um deles foi para nunca mais ser confundida com turista...

sábado, 6 de outubro de 2007

Adorei o jogo mas não gostei muito da piada... sou fã de Ronaldo.

http://jogos.uol.com.br/jogosonline/runronaldorun/

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Eu no EBAJ

Meus poderes sobrenaturais não estão desenvolvidos o suficiente para que eu possa ter feito o relato dos 3 dias usando a clarividência, portanto, eu estava lá e contei o que eu ouvi. Preferi usar uma linguagem jornalística para exercitar um pouco enquanto isso não passa a ser minha rotina (embora de vez em quando eu escreva em pirâmide invertida despropositadamente).

Agora que o "sagrado" já está pronto, vamos ao "profano", ou seja aos bastidores do EBAJ. Tinha um grupo de uma determinada faculdade (que estava cobrindo o evento para alguma publicação interna da instituição) que acompanhou o Encontro com gravadores, máquinas fotográficas e anotações. O que tem demais? Todos eles gravaram, todos eles fotografaram e todos eles fizeram anotações. Em todas as palestras foi assim, embora cada dupla estivesse encarregada de cobrir uma. Sim, eu apurei as informações. Achei curioso.

Eu me policiei e não fiz transcrições completas das narrativas, apenas registrei o que naquele momento me pareceu essencial. Claro, não deixei passar as pérolas mais peroladas, que seguem agora. Eu sei que quando a gente fala a gramática fica no automático, que a gente não verifica se está sendo redundante e repetitivo, e que fala, por questões óbvias, não tem ortografia. Sei também que o neologismo é importante para a evolução de uma língua. Mas, se eu relevasse isso tudo, deixaria esses detalhes despercebidos. Olha o que andou sendo dito por lá...



" ... o jornalista vai se especializar em uma área específica." ( e eu que quero me especializar no geral????)
" conquistou o prêmio IBEST, o Oscar da internet brasileira." ( que linda comparação... and the ibest goes to...)
" Tenho aqui uma pergunta que é quase parecida com a outra." ( quase igual eu já conhecia, agora fiquei sabendo que existe quase parecida)
"... a gente sempre tem uma materinha na gaveta para emergências..." ( aprendi que o diminutivo de matéria não é materiazinha no EBAJ)
"... nós se reuníamos..." ( fiquei sem palavras para comentar...)
" assuntos de uma amplidão dessa..." (sempre achei que amplitude era uma palavra que precisava ser reinventada...)

Por fim, resta comentar da frustração da ausência de Zé Raimundo (já é a segunda oportunidade que perco de conhecê-lo... ) e da alegria de ouvir de Ricardo Kotscho que eu tenho cara de uma jornalista muito séria, em tom de elogio.

EBAJ - Terceiro Dia

O último dia do Terceiro Encontro Baiano de Jornalismo começou cm Suriya Argolo e Jamil Moreira Castro discutindo o Jornalismo de Moda. Os palestrantes comentaram que é difícil trabalhar neste segmento e que o preconceito dentro dos veículos ainda é grande. Atribuem este preconceito a uma idéia errônea de que a moda é algo fútil, sem percebê-la como um fator cultural. Falaram ainda de suas experiências pessoais em coberturas e que esta editoria deve valorizar o local sem desprezar o global.


O período vespertino começa com Simone Bortoliero falando de Jornalismo Ambiental. A palestrante comenta que há poucas pesquisas na área e pouca atenção acadêmica para a questão, o que se reflete no baixo número de cursos de Pós-Graduação e disciplinas na Graduação. Simone defende que a questão ambiental é multidisciplinar, que envolve economia, política, história, cultura. Fala que a área ainda sofre preconceitos dentro do próprio jornalismo e da importância da educação de qualidade começar ainda no ensino fundamental.

Encerrando o evento, Ricardo Kotscho falou sobre os seus 40 anos de carreira, fazendo algumas críticas ao cenário jornalístico atual. Em sua opinião, o jornalista de hoje supervaloriza a fonte oficial, a mídia cede muito espaço para o governo e deixa de dar voz a outros grupos. Critica a editorialização da notícia, a falta de compromisso de alguns profissionais com a responsabilidade social da informação. Comenta que os repórteres passam muito tempo dentro da redação, fala das novas tecnologias e da necessidade de o jornal impresso se modificar para que sobreviva à concorrência com a internet. Ainda respondeu perguntas da platéia sobre sua experiência profissional e opiniões sobre algumas práticas que se vê hoje no jornalismo, a exemplo das câmeras ocultas.



EBAJ - Segundo dia

No segundo dia do Encontro Baiano de Jornalismo, as mesas discutiram a Comunicação Empresarial, o Jornalismo para crianças e o Jornalismo de Turismo.

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Falando sobre Comunicação Empresarial, Márcio Polidoro fez um retrospecto histórico da carreira de Assessor de Comunicação no Brasil, concluindo que a Comunicação que temos hoje começou a se consolidar na década de 1990, quando se desenvolveram as Agências de Comunicação. Falou dos desafios da carreira com as transformações sociais, dos compromissos éticos, da importância da função do comunicador como intermediário entre empresa e comunidade. Já Claudio Cardoso, o outro palestrante do tema, centrou sua explanação em sua experiência pessoal e na importância de uma boa formação para o comunicador.

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No período da tarde Yaskara Cavalcante e Mônica Rodrigues falaram sobre as peculiaridades do jornalismo feito para criança, no desafio de adequar o conteúdo e a linguagem ao público mantendo as técnicas de produção e estrutura da notícia. Ressaltaram a importância desse jornalismo na formação da cidadania e também de um público leitor. Já Carla Aragão, representante da ONG Cipó e terceira integrante desta mesa falou dos aspectos legais de direitos da criança e da necessidade dos veículos de comunicação conhecerem essas leis pois, muitas infrações ainda são cometidas pela mídia.


Para encerrar o dia de discussões, Heloísa Braga e Cláudio Magnavita falaram do Jornalismo de Turismo. Especialização, compromisso com o público, o papel do jornalista, a vocação para a profissão e a relação com os agentes político-econômicos foram alguns dos temas discutidos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Panelaço no EBAJ

Criado através da iniciativa de um grupo de alunos da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, o Encontro Baiano de Jornalismo chega a sua terceira edição. Em debate, "as novas perspectivas de atuação no mercado". O evento, que conta com a participação de profissionais e estudantes dos diversos cursos de Jornalismo da capital, acontece nos dias 01, 02 e 03/10 na Reitoria da UFBA.


O primeiro dia
No abertura dos trabalhos, a jornalista Graça Caldas falou sobre Jornalismo Científico. Graça discursou sobre o papel social da informação e da responsabilidade do jornalista. Apontou as características da cobertura jornalística na área de ciência e tecnologia, e em alguns momentos traçou analogias entre o fazer ciência e o fazer jornalismo. Falou ainda, da importância da parceria entre essas duas áreas no desenvolvimento de uma sociedade.


Na primeira mesa do período da tarde, a discussão gerou em torno do Jornalismo de Serviços, com os palestrantes João Mauro Uchôa, do Jornal A TARDE, e Antônio Dias, da Folha Dirigida. Ambos destacaram as dificuldades de uma especialização na área de serviços, sobretudo na área de mercado de trabalho, que por seu dinamismo, exige atualização constante e dedicação do jornalista. Concluíram que o Jornalismo de Serviços é uma tendência irreversível para os produtos jornalísticos, sobretudo os veículos impressos, que sofrem uma desleal concorrência com os meios eletrônicos pela instantaneidade dos fatos e tentam oferecer serviços diferenciados ao público leitor.


Para encerrar o dia, Iloma Sales (A TARDE On Line), Rodrigo Vilas Boas (A TARDE) e Lucas Pretti (Portal do Estadão), debateram a tecnologia, tanto como pauta para o jornalismo, em seções especializadas como o caderno "Digital" do Jornal A TARDE, como na sua utilização na produção e divulgação da notícia.


Contratempos


Enquanto os participantes do EBAJ discutiam os temas do evento, um grupo de estudantes da Universidade Federal da Bahia, promovia um panelaço na Reitoria, reivindicando maior atenção da Universidade com a Residência Universitária. Um representante do movimento estudantil, que se identificou como Márcio, estudante de Educação Física, pediu espaço no EBAJ para esclarecer aos participantes os motivos da ocupação da Reitoria e se desculpar pelos transtornos causados com o barulho. Segundo Márcio, a Superintendência Estudantil da UFBA não assiste os estudantes de maneira satisfatória, chegando até mesmo a faltar alimentos. Acrescenta que as negociações com a Universidade são difíceis, e que só mesmo com um panelaço os estudantes se fariam ouvir.
A platéia ficou dividida entre apoiar ou não o movimento dos alunos da UFBA. A Reitoria pede que os estudantes desocupem o prédio para que se possa negociar e os estudantes dizem que só desocupam quando forem atendidos. Enquanto o impasse prossegue, os palestrantes do EBAJ também se esforçam para serem ouvidos em meio a tanto barulho.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Paraíso Tropical

Pronto, terminei as minhas investigações e montei a minha teoria sobre a morte da Taís. Agora vamos ver se eu teria dinheiro para o café caso me profissionalizasse como detetive... Minha trama:

Taís descobre que o acidente que matou o pai de Olavo não foi um acidente, foi um assassinato cometido pelo próprio Olavo, que não perdoou o pai por ele ter reatado com Marion mesmo depois da traição. Taís tenta chantagear Olavo com o assunto, mas acaba desistindo porque Antenor já havia concordado em lhe dar 1 milhão de dólares. Além disso, Taís sabe sobre o golpe de Marapuã e o golpe do fundo de pensão. O álibi de Olavo é forjado por Jader, que dirige o carro do vilão até a oficina onde possivelmente Ivan poderia ter levado o carro que roubara para negociar. Depois, Olavo tenta envenenar Marion, mas como a tentativa fracassa ele resolve se fazer de vítima também e coloca veneno nas garrafas de bebida em seu próprio apartamento. E por fim, tenta dar fim em Antenor, para antecipar a fotuna que vai herdar com o golpe do bebê de Bebel. A única coisa que ainda não pensei é como o Olavo soube que a Taís estava lá na casa da Paula.

Vamos aguardar até amanhã...

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Estou em extinção ?

Sou, ou tento ser, politicamente correta. Portanto, estou completamente fora de moda. Separo o lixo que pode ser reciclado e faço doações para as cooperativas de reciclagem. Sinto-me muito bem por estar dando condições de vida um pouco mais dignas a muitas pessoas e de preservar o planeta para as gerações futuras. Não tenho a menor dúvida em deixar de consumir algum produto ou serviço se sei que os empregados estão sendo explorados ou se a empresa agride o meio-ambiente.


Exijo bom atendimento, exijo nota fiscal nos estabelecimentos comerciais, não "esqueço" de declarar nem um centavo no imposto de renda, pago todos os impostos e contas em dia, cedo o lugar para idosos, deficientes e gestantes, atravesso o sinal na faixa de pedestre, sempre à direita e dispenso a diagonal para não atrapalhar as outras pessoas. Aguardo a minha vez na fila, procuro conhecer os meus direitos e brigar por eles. Pesquiso informações na internet sobre os candidatos em quem pretendo votar.


Olho ao redor e vejo quase ninguém agir da mesma forma. Sou uma espécie em extinção???? Se sou minoria, a maioria é quem tem razão?

domingo, 23 de setembro de 2007

Don't worry, be happy!!!!!

Inspirada na primavera... e (por que não)no Campeonato Brasileiro... faltam poucas rodadas para gritar é campeão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 15 de setembro de 2007

Seguindo as pistas

Ainda não escrevi sobre as minhas primeiras investigações da morte da "gêmea má" de Paraíso Tropical, chegou a hora.

Os autores do folhetim praticamente centraram as suspeitas em cima de oito personagens: Olavo, Belisário, Marion, Paula, Eloísa, Hermínia, Ana Luíza e Ivan. O crime pode ter sido plenejado, já que Taís foi dopada antes de morrer, ou pode ter sido coisa de momento e o assassino usou poderosos tranquilizantes. Uma outra probabilidade é do assassino querer matar Paula ao invés de Taís, e ter se enganado.

Recentemente começaram a circular vários boatos na internet, até para despistar o público, e um deles foi o de que Taís estaria viva e Paula tivesse morrido. Não acredito nisso, porque a Paula está muito coerente com a Paula, não está atrapalhada como a Taís na época que se passava por ela. Meu primeiro eliminado da lista de suspeitos é Ivan. Definitivamente, depois do recado que Taís deixou no celular dele, ela não o teria recpcionado daquela maneira, ela pensaria que ele a havia perdoado. Para qualquer outro suspeito combinaria a reação de Taís. Gilberto Braga falou no programa de Faustão que a surpresa maior estará no motivo do crime e não no autor. Sendo assim, o Olavo ganha força como suspeito. Acredito que o Jader estivesse dirigindo o carro dele na hora em que Taís foi morta... mas ainda não estou convicta. Só acho que o nome do assassino sai dessa lista que vem sendo suspeita até agora. Vou investigar mais um pouco...

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Resumo do dia em Brasília...


Receita
513 deputados
81 senadores
Cara de pau à gosto
Doses generosas de falta de respeito com a nação
Uma pitada de corporativismo
Frases de efeito e burburinhos
Cobertura ao vivo da imprensa
Para o recheio da borda: votar nas mesmas pessoas na próxima eleição

domingo, 9 de setembro de 2007

Uma crônica, para mudar um pouquinho...

Voltando para casa, depois do feriadão, você decide fazer um retrospecto do fim de semana prolongado, em que você... relaxou? Vejamos...

Na quinta, você olhava para o relógio a cada cinco minutos e a ansiedade parecia estar no nível máximo, quando, faltando vinte minutos para o fim do expediente, seu chefe lhe dá uma tarefa "que não pode ficar para segunda-feira". A ansiedade agora só não é maior que a raiva daquele filho de uma...

Terminada a inadiável tarefa, começa o feriadão!!! A caminho de casa alguns engarrafamentos, e nos trechos livres alguns motoristas que fazem manobras prudentes e responsáveis... Muitas buzinadas e palavrões depois, você chega em casa e o porteiro lhe entrega uma pequena pilha de correspondências. Que coincidência, somente boletos de cobrança! Condomínio, luz, telefone, escola das crianças, celular... Não vamos pensar nisso agora, todas tem o vencimento para depois do feriado.

Agora é tomar um banho, ver como estão as crianças, supervisionar o trabalho da empregada, jantar, arrumar as malas, preparar a reunião de segunda... Ufa! Enfim, tudo pronto. Amanhã é acordar cedo e cair na estrada.

E chega o dia seguinte. Empregada de folga, você mesma faz o café, depois lava a louça, arruma a cozinha, apressa as crianças. Já saindo da garagem, lembra que esqueceu o protetor solar. Volta para pegar, é melhor, em local de praia os preços são absurdos... o marido aproveita para ir ao banheiro, as crianças brigam dentro do carro. Dez minutos depois, estrada. Lentidão no trânsito e muito calor. Você pensa nas coisas boas que estão por vir, e falta pouco tempo, a viagem é curta.

E... chega ao seu destino. A reserva foi confirmada sem problemas mas alguns quartos ainda estão sendo arrumados, o seu inclusive. Alguns minutos depois de aguardar na sala de espera, você se joga na cama... como é macia! Arruma as malas rapidinho e sai para um passeio com as crianças, não vale a pena desperdiçar nem um minuto!!! Voltando para o hotel, já a noite, tudo que você quer é um banho quente... mas descobre que o chuveiro está quebrado. Troca de quarto depois de um dia cansativo não vai tirar o seu ânimo... e nem o café atrasado do dia seguinte... você somente jura que não vai nunca mais colocar os pés naquela "espelunca".

O restante do período transcorre sem grandes problemas, o chefe de seu marido liga e pede para ele chegar meia hora mais cedo na segunda, uma das crianças tem dor de barriga, a outra leva um tombo na escada e precisa de cinco pontos na testa.... no mais, tudo em ordem.

Hora de voltar para casa... todo mundo voltando ao mesmo tempo, muita gente fechando a conta no hotel e a sala de espera se torna uma sala de longa espera... Já no caminho de volta, a mesma lentidão no trânsito, o mesmo calor... a única coisa diferente foi o pneu furado. Na portaria do prédio onde mora, você é avisada de que um condômino furou um cano da tubulação e que o conserto já foi providenciado, somente mais uns trinta minutos e a água volta a cair nas torneiras. A criança mais nova sempre dá trabalho para tomar banho, mas agora que não tem água ela quer ir pro chuveiro e faz o maior escândalo.

Problema contornado, tudo normalizado. Amanhã é segunda-feira e você volta ao trabalho "totalmente relaxada", com bateria renovada depois de um feriadão tranquilo, para mais uma semana de stress...