Atelier: de origem francesa, significa oficina: de fotógrafos, pintores... e agora, de jornalistas!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Luto de uma tragédia anunciada.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Mudando um dos símbolos nacionais

sábado, 17 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Um brinde a incoerência
sábado, 10 de novembro de 2007
Humanos: desista de entender
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
sábado, 3 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Tem sempre alguém que marca (ou não desmarca) a opção do relógio do Windows "ajustar automaticamente para o horário de verão". Tem sempre alguém que "paga mico"por causa deste pequeno detalhe... e foi assim que ontem eu quase saio para almoçar às 11:15. Achei estranho que o meu relógio biológico não tivesse sido acionado, que mais ninguém estivesse saindo e que o sino da igreja não tivesse badalado mas o relógio estava ali marcando 12:15, então era melhor sair logo para almoçar... Por sorte eu resolvi colocar o celular no modo silencioso e percebi o engano.
E já que eu falei no sino da Igreja, estou passando um tempo trabalhando lá na região do Pelourinho e já estou guiando meus horários pelos muitos badalos dos sinos das igrejas. Qualquer hora dessas eu escrevo com mais detalhes, pode ser até um serviço de utilidade pública para os católicos de plantão. Ainda preciso catalogar os horários, por enquanto está no inconsciente: hora do almoço, hora de ir embora, hora da ginástica laboral...
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Como assim título da postagem? O título é do São Paulo!!!!!!!!!!!!!!!


Grande estrela do São Paulo, Rogério é um atleta completo. Talentoso, disciplinado, dedicado, sua liderança foi fundamental para esta conquista. Sou suspeita para falar de Rogério, eu sei, eu torcia sempre para o Zetti não jogar na época que Rogério era reserva dele, só para ele ser titular. Até que um dia Zetti foi embora do São Paulo. Comemorei como se fosse um título. Rogério sempre foi um dos meus ídolos no futebol e no São Paulo. Ele é um símbolo do clube. E torcedor também, em uma época onde a maioria dos jogadores tem amor à carteira é lindo ver o Rogério com amor à camisa. Ele sabe a honra e a responsabilidade que é vestir a camisa do clube bem amado.
No banco de reservas, o São Paulo tem um técnico que soube explorar o melhor do time, conter a vaidade e o clima de "já ganhou", repor as peças que foram se perdendo durante a competição apenas realocando os jogadores em outras funções. O ataque não foi o grande destaque mas deu conta do recado nos momentos decisivos. É um campeonato que entra para a história.
Os adversários vão dizer que foi sorte. Alguma coisa eles tinham que falar. Coisa de torcedor, admitir a superioridade do adversário é difícil. Eles que fiquem com a dor de cotovelo enquanto a gente curte a festa.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
A filosofia do torcedor de futebol brasileiro
Contando as horas para o GP-Brasil e o jogo decisivo entre São Paulo e Cruzeiro
Ser baiano é gostar de Carnaval ou qualquer outra festa com grandes aglomerações? Ser baiano é gostar de axé e pagode? Ser baiano é marcar presença nas festas populares? Ser baiano é misturar candomblé com catolicismo? Ser baiano é ir à praia todo final de semana? Ser baiano é falar as palavras pela metade? Ser baiano é visitar a Igreja do Bonfim pelo menos uma vez por ano? Ser baiano é ser "Baêa" ou "Vitóra"?Ser baiano é tudo isso? Ser baiano não é nada disso? Prefiro acreditar que ser baiano é o mais simples, é nascer na Bahia...
Se não me identifico (pelo menos não muito) com a terra de todos os santos, encantos e axés... me identifico com o ser brasileiro... um tanto paulista talvez, ao comer pizza sempre que possível e me apaixonar pelo São Paulo, ou no profissionalismo exagerado que tanto pregam que os paulistas possuem.... com um sotaque levemente misturado de São Paulo, Rio e Rio Grande do Sul, tchê!!! Com a organização e o senso urbano dos curitibanos, com a paixão pelo mar dos cariocas, felizmente sem a cara-de-pau de um certo local em Brasília.... Será? Não sei, isso é o que dizem de mim, mas o que eu digo de mim????
Serei de Marte???? Não, os homens são de Marte, as mulheres são de Vênus!!!! Todo esse drama simplesmente porque decidi comprar uma bolsa mais estilo artesanal no Mercado Modelo e chegando lá, achei-as lindas, mas não tinham as divisórias que a minha organização requer... compartimento para tal coisa, para tal outra e assim vai. Convicta de que a metade de casa que carrego na bolsa (água, prendedor de cabelo, canetas, lápis, caderninho para anotações, sombrinha, celular, carteira, porta-moedas, grampeador, pente, absorvente, etc, etc, etc). Já me disseram que nem Freud me explica, tanto drama por nada... encarei como elogio, sou complexa demais até para Freud!!!! Eu me entendo e às vezes isso me basta.
Ah, sim, talvez eu deva explicar a falta de nexo entre o título e o post... mas vou deixar que a criatividade de cada um responda. Apenas uma dica: é muito simples.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Turista eu? Uai!!!

Semana passada, estava eu a subir a ladeira do Pelô, quando fui abordada por vendedores de souvenirs... mesmo dizendo que sou baiana, nascida e criada em Salvador (apesar do sotaque mineiro) não tive como escapar da fitinha do Senhor do Bonfim enrolada no braço e da insistência para comprar os colares. Não comprei os colares mas a fitinha... branquinha (terá sido alguma indireta?) com os três nós dos três desejos. Agora me sinto na obrigação de investigar a origem dessa crença. Eu ia cortar a fita mas algumas pessoas aconselharam a deixar, umas com medo de que o pedido não se realize e outras dizendo que assim eu fico livre de outras abordagens... de qualquer forma, a fitinha está aqui.
sábado, 6 de outubro de 2007
http://jogos.uol.com.br/jogosonline/runronaldorun/
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Eu no EBAJ
Agora que o "sagrado" já está pronto, vamos ao "profano", ou seja aos bastidores do EBAJ. Tinha um grupo de uma determinada faculdade (que estava cobrindo o evento para alguma publicação interna da instituição) que acompanhou o Encontro com gravadores, máquinas fotográficas e anotações. O que tem demais? Todos eles gravaram, todos eles fotografaram e todos eles fizeram anotações. Em todas as palestras foi assim, embora cada dupla estivesse encarregada de cobrir uma. Sim, eu apurei as informações. Achei curioso.
